Publicado por: Gustavo Fujimura | 25 de fevereiro de 2011

Sustentabilidade 1

Eu tenho participado de umas dinâmicas de seleção de trainee, e pelo que eu percebo por esses eventos, além dos comerciais da Têvê um tema em alta agora é a sustentabilidade. Mas tenho visto muita gente falar isso de maneira muito vaga. Então, decidi colocar aqui no meu blog experiências pessoais, o que estou fazendo em casa – o importante não é a atitude?! Pois vamos lá…

Até agora o que tenho conseguido foi:

1. Diminui o gasto de água, lavando louça sem aquele desperdício da torneira aberta 100%, abro ela bem pouco. Confesso que ainda não consegui chegar ao objetivo de ensaboar toda a louça com a torneira desligada – mas eu chego lá. By the way, eu troquei a torneira da cozinha por uma torneira que tem um aerador que reduz em 50% o consumo de água. (estou trocando a torneira do banheiro para um modelo com o mesmo sistema e adotando a idéia da economia enquanto escovo dentes, lavo as mãos, etc).

2. Arranjei um filtro de água, para acabar com a compra daqueles montes de garrafas. A instalação deu um trabalho, e é importante observar os critérios de classificação de filtros do INMETRO (todo o filtro DEVE passar pela a avaliação do inmetro, é lei!), que são 3: uma para a retenção do cloro da água, outro para retenção de partículas – sujeira, e uma para a retenção de vírus e bactérias. Bom, cada filtro daí tem uma eficiência nesses critérios. Escolhi um filtro adequado pra mim, já que a água chega tratada em casa, e os encanamentos e caixa d’água do prédio são limpos sempre, então não senti a necessidade de um filtro super-ultra potente. Tá sendo ótimo agora, eu e minha cachorrinha tomamos água filtrada, e eu estou amando não ter que ficar carregando galões pra casa.

3. Desliguei todos os eletrodomésticos da tomada. Sabe aquele monte de luzinhas, e stand-bys?! Pois então, tá tudo fora da tomada. Máquina de lavar-roupa, microondas – eu ligo só quando vou usar – pra não ficarem consumindo energia, é pouca energia mas é desperdício.

4. Instalei dimmers que regulam a intensidade luminosa do ambiente. Coloquei-os na sala e quartos – cozinhas e corredores precisam ter sempre iluminação boa. Quando você não tá fazendo atividades que exijam muita claridade, é só baixar a intensidade da lâmpada e baixar o consumo consequentemente. Outra coisa que ajuda é usar abajours em vez de acender a luz do ambiente em questão. É ótimo porque dá pra criar uns climas só regulando a luz. Eu não uso lâmpadas fluorescentes compactas porque eu acredito que são muito poluentes pelo 20% a menos que economizam frente as incadescentes (muitas dessas lâmpadas vão para o aterro e não tem o destino adequado, poluindo o solo) – preferi investir em dimmers.

5. Nesse mega-calor de verão, eu aproveitei para desligar o chuveiro. Aqui em casa é elétrico e como tá um tempo bem propício, tenho o objetivo de deixá-lo assim durante a primavera e verão. Mas falando em chuveiro, eu economizo energia, mas água é complicado, parar com meus banhos demorados acho ainda que um preço muuuuito alto.

6. Mas um ponto positivo no tema banho é que eu vi uma campanha na internet pra fazer xixi no banho e adotei a estratégia: é, em vez de fazer na privada e dar descarga, mire o ralo no início do banho que o mijo vai todo embora quando você terminou. Umas 3 vezes por semana eu jogo um pouco de desinfetante no ralo e não há odor nenhum.

7. Máquina de lavar roupa – tarefa doméstica eu acho um saco. Portanto essa foi ótima. Eu procuro ligar a máquina somente quando eu consigo enchê-la de roupas.

8. Descongelar a geladeira sempre. Deixar aquela mega-camada de gelo no congelador consome mais energia. E eu adoro abrir a geladeira e estar tudo em ordem, então descongelá-la é uma desculpa para organizá-la bem.

O que ainda quero fazer:

1. Diminuir meu lixo, ou destiná-lo de uma maneira correta, já que não tem coleta seletiva na minha rua – hoje passei no supermercado e vi que tem uns tambores gigantes no estacionamento pra recolher para reciclagem o lixo dos clientes… papel, plástico, metal, vidro… vamos ver se empenho-me em jogar o lixo reciclável lá.

2. Reduzir o uso do carro sem prejudicar o meu cotidiano… porque o transporte público da minha cidade não é bom e não dá pra depender dele.

O que eu faço que não tem muito a ver com sustentabilidade, mas acho que contribui pra natureza.

1. Todo o cômodo de casa tem plantas, todo. Eu adoro cuidar delas, eu me sinto bem na presença delas, é como se tivesse um pedaço da natureza perto de mim, já que a gente vive em caixas de concreto/alvenaria. E eu descobri que elas ajudam a purificar o ar dos ambientes, tirando partículas voláteis dos produtos de limpeza do ar.

2. Eu adotei uma cachorrinha que eu achei na rua. É ótimo! Eu aprendi muito sobre esses animais e sobre mim mesmo. Tenho ela agora há quase dois anos e eu aprendi muuuuuuito – assisti muitos programas do encantador de cães pra poder ensiná-la e pra que nossa convivência fosse a melhor possível. No começo foi uma montanha russa, moro sozinho, ela destruiu muuuita coisa, mas agora é só alegria nos passeios diários que faço com ela.

Pois é, essas são minhas atitudes pra tentar economizar recursos e o que ainda quero fazer. A medida que avançar nos objetivos irei postando aqui. Mais do que falar sobre sustentabilidade é preciso ter a atitude, qualquer que seja ela. E acho que se a gente tiver atitudes em casa, pra expandir para o trabalho e áreas afins fica beeeem mais fácil!

Publicado por: Gustavo Fujimura | 3 de janeiro de 2011

Andanças por aí 2

Terceiro. Museu Oscar Niemeyer em Curitiba. O museu foi a sede do governo paranaense e depois de 2002 foi reformado e transformado em museu. Originalmente havia um prédio baixo e beeeeeem horizontal, com um vão livre amplo, poucas colunas e muito concreto armado, como se o prédio estivesse suspenso no ar. Na reforma a obra recebeu um prédio escultura, uma forma orgânica parecida com um olho, suspenso por uma grande coluna que repousa num espelho d’água.

o “Olho” do Museu Oscar Niemeyer

Internamente o museu é tão incrível quanto o seu exterior, muitos espaços amplos, área externas e internas intercaladas por “paredes de vidro”. O interior do “olho”, especialmente o teto, é algo impressionante, de lâmpadas fluorescentes e cheio refletores em formas de pequenas folhas de papel pendurados, a mesma técnica usada no auditório do partido comunista francês. E o corredor que dá acesso à esse prédio do “olho” é parecido com um corredor que a gente sempre vê na tv, quando os repórteres estão falando do congresso nacional. A forma do corredor é meio elíptica, o piso curva e continua na parede, assim como o forro de gesso também curva em na parede, assim quando você está andando nele, há uma sensação de amplitude incrível. Você olha para o teto e parece que tá olhando para o infinito, não há cantos que definem o espaço, a curvatura deu muita fluidez.

Tá rolando no museu uma exposição da Maria Helena Vieira da Silva, uma artista portuguesa que radicou-se na França: o que achei mais interessante é que a exposição mostra como foi a vida da artista, com fotos da própria e informações diversas. Pelas fotos a gente vê uma artista sóbria, introspectiva, que sempre se vestia de preto. E a gente percebe que essa característica de sua personalidade tranfere-se para suas pinturas: na exposição a gente via autoretratos pálidos, utilizando-se de muitas cores escuras, muitos azuis, uma pintura meio sombria. Mesmo quando a pintura não era um autoretrato, os motivos eram, por exemplo, uma casa bem austera, vazia, em que a artista pintava a si própria nesse cenário meio caído. Engraçado que ela0 se casou com um artista, Arpad Szenes, que pintava utilizando muuuuuuuuuuuuuuuitas cores. Dá pra perceber, na evolução dos pintores, que a Maria Helena passa a pintar usando mais cores, enquanto o Arpad começa a ficar mais apagado e usa menos tons fortes. Seria a influência de um sobre o outro pela vivência como casal? E, depois que o Arpad se casa com a Maria Helena, o mote central de seus quadros passa a ser a esposa. Não é mais que uma declaração de amor?

Publicado por: Gustavo Fujimura | 8 de dezembro de 2010

Andanças por aí.

Um mês, três momentos culturais que deixaram a minha cabeça fervilhando.

Primeiro. Museu da Casa Brasileira em São Paulo. O museu fica numa casa incrível, no meio da Avenida Faria Lima, é um palacete meio colonial, meio com influências européias. É nele que acontece todos os anos o prêmio de design da Casa Brasileira. Confesso que fiquei meio desapontado com o acervo, achei que fosse encontrar muitas peças de móveis criados por designers brasileiros.

fachada do Museu da Casa Brasileira

O que encontrei foi uma única galeria contendo exemplares dos móveis brasileiros utilizados, principalmente, na época do Império no Brasil: escrivaninhas, guarda-roupas, baús totalmente esculpidos em madeira – esculpia-se na madeira motivos religiosos ou ligados à natureza (você já pensou que naquela época móveis eram somente feitos de madeira maciça, e quem os tinham era uma pequena parcela da população que podia comprá-los? O resto não tinha! Ou tinha versões muito rústicas como bancos que eram simplesmente um toco de madeira apoiado em pés de madeira). Uma parte dessa galeria era dedicada à alguns dos designers modernos de cadeiras, como a Lina Bo Bardi e a sua cadeira girafa – rústica, completamente pensada para a sua função.

Cadeira e Mesa Girafa - por Lina Bo Bardi

Além dessa exposição, haviam mais duas, uma com os trabalhos premiados no prêmio Museu da Casa Brasileira – fiquei muito impressionado com os designers de lustres, abajoures e luminárias que foram premiados, havia um lustre de teto mesmo, não me lembro do autor, mas que brincava com a luz através da utilização de várias cúpulas de tecido e recortes nessas cúpulas, fazendo com que a luz passasse a ter um “volume”.

Bom, a última exposição que está localizada na parte mais impressionante da casa, o jardim – que por si só já é de tirar o fôlego, é uma área verde enorme fincada no meio de São Paulo, com várias espécies de árvores e entre elas, algumas esculturas. A exposição é de aquarelas de plantas muito encontradas no Brasil, como os hibiscos e as Strelitzias, mais conhecidas como ave-do-paraíso. As aquarelas foram feitas for Anelise Scherer.

Hibiscos

Segundo. 29ª Bienal São Paulo. Eu estava há algum tempo esperando pela oportunidade de visitar a bienal, e essa foi uma oportunidade. Bom só de ir ao Ibirapuera e ao prédio da Bienal feito por Oscar Niemeyer já foi um ótimo estímulo – os amplos espaços criados por ele são muito belos. Resolvi ir a pé do lugar onde estava – trajeto que durou uma hora. Cheguei lá, descansei um pouco com o visual do parque, mas o que foi desapontador foi ver a profusão de crianças e adolescentes que estavam visitando-a, o que fez com que o barulho+máquinas fotográficas mil fosse uma combinação irritante, e eu já estava um pouco exausto da caminhada longa, mas resolvi entrar e aproveitar como podia.

prédio da Bienal no Ibirapuera

O tema da Bienal desse ano foi arte e política, fazendo um elo entre dois temas que na maioria das vezes estão juntos. E olha, lá estão reunidos muuuitos artistas, são três andares bem grandes, inteiramente dedicados. E como arte contemporânea – pelo menos ao meu entendimento – é pra se observar e tirar um sentido a partir do seu próprio sentimento ou da sua cabeça, vá com a cabeça limpa e para aproveitar pense e sinta bastante, mas sem sobrecarregar. E é bom estar acompanhado dos orientadores da bienal pra ajudá-lo a apreciar tudo.

Uma obra no final da mostra que foi bem interessante foram quadros contendo notícias censuradas da época da ditadura no Brasil, em fundo vermelho, cobertas com uma cortina preta. Havia uma corda presa a essa cortina, e quando puxávamos a corda, o quadro/notícia era revelado. Sacada incrível não? Vermelho do Comunismo, da violência, Tarja preta da censura… achei muito criativo.

o terceiro momento fica para um próximo post.

Publicado por: Gustavo Fujimura | 11 de novembro de 2010

A Origem do Croissant

Num momento de lazer eu descobri que o croissant não é francês! Pelas buscas descobri que ele foi inventado pela Áustria e introduzido na França em 1770 por Marie Antoinette – austríaca que se casou com o homem que viria a se tornar o rei Luís XVI da França quatro anos depois. Tanto que os franceses colocam o croissant na categoria da viennoiserie (assim como a fabricação de bolos e doces é chamada de pâtisserie), alusão à cidade de Viena.

O formato de meia-lua é uma alusão à bandeira do império Turco-Otomano. Reza a lenda que na batalha de Viena, os padeiros que trabalhavam muito antes do sol amanhecer escutaram o barulho do exército otomano invadindo a cidade em 1683 por um túnel que estava sendo escavado. Eles, dando o alarme sobre a invasão, impediram a tomada da cidade. Não é incrível?

Publicado por: Gustavo Fujimura | 24 de agosto de 2010

Propaganda com foco no cliente

Acabei de ver uma campanha que a Madonna dirigiu para uma marca de roupas da Miuccia Prada, a Miu Miu e não pude deixar de fazer um paralelo com um comercial que vi há um tempo, o comercial da Chanel para seu perfume, o número 5. Enquanto o perfume da Chanel é um clássico, tem um ar mais sóbrio, a marca da Miuccia tem um apelo jovem e mais esportivo.

Visto isso, no comercial da Chanel verifica-se uma riqueza imensa de detalhes – desde a marcenaria da cabine do trem muito bem trabalhada até a tomada que a Audrey Tautou sai da estação de trem – cena meticulosa, com os pássaros voando, tempo ensolarado e barcos passando na orla – dá pra ficar um tempo discorrendo todos os detalhes. O filme foi dirigido por um cineasta conhecido, o Jean-Pierre Jeunet, que foi quem dirigiu “Amélie”, o trabalho que expôs a Audrey pros olhares do mundo. Verifiquei no “making of” dessa campanha que houve um trabalho muito grande na pré-produção, no planejamento desse filme, a reconstrução da cabine do trem, a criação do roteiro da história, etc etc etc, o que resulta numa história com começo, meio e fim. O cuidado é grande. Ah, e a música é do Billie Holiday.

Agora já na campanha da Miu Miu, a história foi o seguinte: a Madonna estava passando – passagem acidental – dentro do estúdio onde as modelos estavam sendo filmadas para essa campanha, se interessou pelo o que estava ocorrendo e pediu para dirigir o filme, tudo na espontaneidade. Após duas horas de gravações, já havia conseguido o conteúdo inteiro do vídeo. Bom, desde a referência da Madonna como um ícone Pop, o que pode ser conferido é um vídeo psicodélico, meio com cara de balada, com várias imagens sobrepostas – tanta sobreposição que nem dá pra ver o produto anunciado direito. A música é eletrônica, as modelos são jovens, desconhecidas e ficam se insinuando no vídeo. O trabalho com a pós-produção parece ter sido maior: montar todas essas imagens e/ou vídeos curtos e a adição das cores fluorescentes.

A impressão que fica ainda é que, no primeiro anúncio há uma relação visível entre a história do filme e o produto anunciado – o perfume atrai a atenção do galã para a atriz e daí rola a história. Já no segundo vídeo, os produtos são vistos, focalizados, mas parece que as caras, bocas e as poses das modelos são o foco, a interpretação que consegui retirar e que relaciona produtos e o tema central é: coloque essas roupas e caia na balada.

Confira aí os vídeos pra ver se o que eu disse condiz com a realidade e/ou sua interpretação:

Publicado por: Gustavo Fujimura | 13 de julho de 2010

Loucura

tomei um danone da filha da rainha giselle do país dos asteriscos xadrezes. Mas misturei o danone com suco roxo de laranja, crente que fosse obter o chocolate de batata doce. Mero engano, senti o gosto do bife de cenoura recheado com carne de músculo da vaca louca. Acordei, era um sonho, a loira, quando viu que eu salivava, tava rindo da minha cara com um sorriso magenta com verde limão.

E o laranja disse: vamos roxear essa minha vermelhidão? O preto respondeu: não prefiro incendiar de azul esse marrom bege da sua carapuça verde-laranjadadadadada.

Alguém me ensina a ouvir o coração com o estetoscópio? Ouço o barulho, tum tum tum. Mas o que o miocárdio esconde por dentro da aorta? Sangue, triglicerídios, gordura, ômega 3, colesterol… será que tenho emoções?


quero o instinto expulsando do corpo cada palavra que digito no teclado. Zero raciocínio, zero lógica, só expressão.

Publicado por: Gustavo Fujimura | 27 de junho de 2010

Eu estava outro dia vendo um seriado

quando um dos personagens cita o designer Philippe Starck. Bom, fui então googlar o nome do designer pra saber o que descobria e vi que o Starck é um designer conhecido pelo seu desenho contemporâneo, de linhas limpas (desenho contemporâneo sendo o oposto por exemplo do vitoriano – cheios de detalhes em madeira e curvas sinuosas, tecidos pesados, vernizes…), e que utiliza materiais novos para compor seus produtos, no caso dos móveis, acrílico, policarbonato, polipropileno, entre outros.

Além de móveis, o designer em questão já desenhou roupas, talheres, faqueiros, utilidades domésticas, tudo nessa linha clean e futurista. Eu me lembro que no Georges Pompidou em Paris há uma galeria dedicada à ele, dada à sua contribuição para a área.

Mas voltando à cadeira Mademoiselle, gostei dela pela suas linhas retas, com os pés de policarbonato, e contrastando com a discrição das linhas dos pés, um encosto em espuma, poliuretano, recoberto por um tecido bem divertido, florido e colorido.

Puxando na memória, vi uma cadeira idêntica à essa que postei numa mostra de decoração o ano passado aqui em Floripa. Descobri que o designer criou essa cadeira em 2005, e em 2007, pediu a colaboração de designers de roupas, como a Missoni, pra fazer uma releitura da cadeira. Então há várias versões da cadeira, com cores, tecidos e estampas diferentes, é só jogar no google que dá pra achar imagens delas, ou entrando no site do designer: starck.com . No site indicado ainda dá pra conferir toda a produção, não só em móveis e além disso, quais fábricas fizeram parceria com Starck. No caso da Mademoiselle, a fábrica é a Kartell, que tem sede em Milão e é especializada em móveis de policarbonato (Milão concentra muitas indústrias de móveis e anualmente sedia a Semana de Móveis de Milão, que é tida como referência no campo de design desses objetos).

Um outro design do Starck para a Kartell é a cadeira Louis Ghost, criada em 2002 e uma revisitação à cadeira Luís XV, feita de uma peça inteira de policarbonato. O interessante é que para fazer a cadeira como peça única, o material é prensado numa forma que possui exatamente a forma da cadeira, como se fosse assar um bolo, hehehehe. E o nome Ghost faz referência à transparência do material que é feito a cadeira, que pode ser encontrada em outras versões também. A cadeira é bem interessante – passa uma imagem de leveza, contrariamente a cadeira Luís XV.

Louis Ghost

Pra quem gosta de móveis em policarbonato vale a pena entrar no site da Kartell para dar uma espiada.

Publicado por: Gustavo Fujimura | 27 de junho de 2010

Mademoiselle por Philippe Starck. Comments no próximo post

Cadeira Mademoiselle

Publicado por: Gustavo Fujimura | 27 de junho de 2010

o twitter

e o blog viraram pontos para formar opinião.

Publicado por: Gustavo Fujimura | 27 de junho de 2010

Na vida

as vezes menos é mais.

É engraçado como às vezes a gente fica tão desesperado para ser alguma coisa, que nem paramos pra pensar se aquilo que almejamos realmente faz bem e é aquilo que queremos – e nessa pressa nem vivenciamos o momento presente da melhor maneira possível.

Acho que é melhor fazer menos, mas levando um novo aprendizado consigo do que participar de tudo como uma “esponja”, como um mero zumbi, sem dar contribuição, sem formar uma opinião.

E não nos tornamos mais fortalecidos quando formamos nossos próprios valores e opiniões? Assim não fica mais difícil sermos manipulados? Mas isso leva tempo, e é melhor formar nossa individualidade calmamente para não se arrepender no futuro.

Vejo muita gente indo com a onda. Aceitando milhares de rótulos que insistem em fazer. O novo líder… a geração Y… O profissional de sucesso… Seja milionário… O que é bom gosto…

Rótulos são bons para que possamos nos identificar na sociedade, o problema é quando a gente se força pra se encaixar em algo que não é para ser… Sempre bom pensar um pouco antes de aceitar qualquer coisa.

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